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ENTIDADES EMPRESARIAIS, MPRJ E GOVERNO DEBATEM FLEXIBILIZAÇÃO

Ideias apresentadas visam garantir retomada das atividades econômicas de forma segura, como estava sendo feita Foto: Felipe Carvalho/Secom-PMVR Para buscar alternativas para equilibrar o desenvolvimento das atividades econômicas com a adoção de medidas para conter o avanço do novo coronavírus (Covid-19), foi realizada nesta terça-feira (07/07), uma reunião em plataforma virtual com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. Participaram do encontro os representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL-VR), Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de Volta Redonda (Aciap-VR), Sindicato do Comércio Varejista (Sicomércio-VR), além de representante da gestão pública do município participaram. Leonardo Kataoka, promotor do MPRJ, destacou que a situação da região acabou sendo agravada, não só pelo aumento do contágio, mas principalmente pela suspensão de recebimento de novos pacientes no Hospital Regional Zilda Arns. “Isso sobrecarregou o sistema de saúde de Volta Redonda, principalmente em relação ao número de pessoas que necessitavam de internação em leitos de UTI, o que resultou na restrição de uma parte das atividades econômicas, com o fechamento do comércio”, explicou o promotor. Ele destacou que a grande questão da região Sul Fluminense é a regularização do Hospital Regional. “Temos acompanhado diariamente essa questão e cobrado com bastante frequência da Secretaria de Estado de Saúde. Pode ser que a gente caminhe para uma possível judicialização pelo Ministério Público em face de o Estado garantir o funcionamento da unidade. Estamos analisando essa possibilidade”, disse Leonardo. Para Luiz Fernando Cardoso, presidente da Aciap-VR, é preciso unir forças para superar os obstáculos. “Precisamos amenizar as limitações do comércio porque, infelizmente, essa gripe não tem fim e nós não somos culpados. Precisamos que o governo do Estado regule novamente os pacientes com a Covid-19 no Hospital Regional”, disse Cardoso. Da parte da gestão pública municipal, o gestor administrativo fez um levantamento das orientações e posturas que estão sendo implantadas em Volta Redonda. “Volta Redonda já tem a característica de atender pacientes de outros municípios, que não tem leitos disponíveis para a Covid-19. Agora fiz um decreto para não receber, por regulação, esses pacientes. Além disso, recebemos, nesta terça-feira, os mais de 10 mil comprimidos de Nitazoxanida, substância que será utilizada para pacientes com casos leves e iniciais com Covid-19. Isso vai evitar o agravamento da doença e, obviamente, reduzir a ocupação dos leitos de UTI”, disse o gestor.

ENTIDADES EMPRESARIAIS, MPRJ E GOVERNO DEBATEM FLEXIBILIZAÇÃO

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