SIDNEY DINHO RECHAÇA 'MARCHA DA MACONHA' E LUTA POR PROIBIÇÃO
- Osmar Neves Souza

- 12 de mai. de 2022
- 2 min de leitura
Parlamentar está adotando medidas oficiais para que evento não tenha permissão dos órgãos públicos para acontecer
Foto: Gazeta dos Bairros

O presidente da Câmara Municipal de Volta Redonda (CMVR) e pré-candidato a deputado federal, vereador Sidney Teixeira, o Dinho (Patriota), reafirmou nesta quinta-feira (12/05), que está unindo todos os esforços políticos do Legislativo municipal e das forças de segurança pública para inviabilizar um evento que vem sendo denominado como 'Marcha da Maconha', que prevê uma passeata pela suposta liberação do consumo da maconha, no dia 29 de maio, a partir da Praça Juarez Antunes, na Vila Santa Cecília. O suposto movimento de um grupo de pessoas vem acontecendo por meio das redes sociais, onde há convocação e defesas do uso do entorpecente.
O parlamentar vem, desde o início do mês de maio, adotando medidas oficiais para que o evento não tenha permissão dos órgãos públicos para acontecer. Ele encaminhou ofícios ao 5º Comando de Policiamento de Área (5º CPA), ao 28º Batalhão de Polícia Militar, ao Ministério Público Estadual (MPE-RJ), à Secretaria Municipal de Ordem Pública de Volta Redonda (Semop-VR), ao comando do 22º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (22º GBM), ao delegado da 93ª Delegacia de Polícia Civil, para que avaliem a não concessão do 'nada a opor' para que o evento aconteça.
- As pessoas fazem o que querem com suas vidas e com a respectiva saúde, mas querer empurrar garganta abaixo essas práticas não permitidas pela lei, é uma afronta a toda a sociedade. E como representante de uma grande parte da população local, entendo que eu, como presidente da Câmara de Vereadores, não entendo razoável essa realização deste evento - afirmou Dinho.
Abordado durante a sessão do Legislativo Municipal, no início do mês, por um integrante do movimento 'Volta Cannabis - Coletivo Cannabis Medicinal Volta Redonda', Dinho ponderou que, caso o movimento queira debater e esclarecer a questão medicinal que envolve a situação, a Câmara Municipal estaria à disposição para debater em conjunto com Ministério Público, governos municipal e estadual, profissionais da área médica e terapeuta, estudiosos, pacientes e familiares. "A questão medicinal eu até não tenho opinião formada, mas seria o debate aberto a todos e todas para esclarecer as dúvidas e formar, cada um, sua própria opinião. Agora, baderna e consumo deliberado de substância proibida pela legislação vigente, na cara da sociedade, isso não há como apoiar e permitir que aconteça. Se insistirem, faço questão de estar no local e, caso flagre quaisquer cometimento de atos criminosos, serei o primeiro a acionar as forças de segurança para coibir e deter os envolvidos", garantiu Dinho.












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