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GESTOR VAI PRESSIONAR CÂMARA A VOTAR MENSAGENS ENVIADAS PELO EXECUTIVO

O secretário Joselito Magalhães vai solicitar maior celeridade na apreciação das mensagens que visam a abertura de crédito suplementar para custeio da saúde

Foto: Arquivo

O governo do gestor de Volta Redonda resolveu partir para o ataque e vai pressionar a base governista a exigir que a Mesa Diretora da Câmara de Vereadores acelere a apreciação e aprovação de mensagens do Executivo que versam sobre verbas da Saúde. Por intermédio do Gabinete de Estratégia Governamental (Gegov), o secretário Joselito Magalhães afirmou que irá solicitar maior celeridade na apreciação das mensagens que visam a abertura de crédito suplementar para custeio de ações da saúde.

O secretário do Gabinete de Estratégia Governamental, Joselito Magalhães, explica que irá solicitar uma reunião com a Mesa Diretora para debater o tema. "A Prefeitura de Volta Redonda tem uma relação institucional com a Câmara de Vereadores. Vamos solicitar a celeridade na apreciação dessas importantes matérias para o município, garantindo, assim, que a população continue tendo o acesso a saúde pública", comentou Joselito.

As mensagens enviadas pelo Executivo à Câmara são 024/2020, 028/2020 e 031/2020, enviada em abril e junho ao Legislativo, respectivamente.

OUTRO LADO - No entanto, o que os parlamentares mais cobram do governo municipal é a presença das secretárias de Saúde e de Educação no plenário do Legislativo, para dar explicações sobre a falta de atendimento médico em consultas, não realização de exames, falta de insumos básicos, e o não funcionamento da plataforma digital online Conect Edu, disponibilizada pela gestão municipal e que tem recebido críticas de pais, alunos e professores. Os vereadores Carlinhos Santana (PROS), Washington Uchôa (Republicanos), e até mesmo o presidente da Câmara, vereador Nilton Alves de Farias, o Neném (DEM), apresentaram requerimentos convocando as duas secretárias para comparecerem ao Legislativo, porém os vereadores da base governista rejeitaram.

Neném, ao tomar conhecimento da pauta governista apresentada pelo secretário Joselito Magalhães, não deixou por menos e afirmou ter convicção de que o trabalho dos vereadores terá continuidade e não depende de ordem por parte do governo. "Aqui não é departamento deles (governo) e não vão ser colocadas (mensagens) a toque de caixa. Serão apreciadas e votadas se assim for necessária, e não porque eles querem. Se eles não pagam é porque não querem", retrucou o parlamentar.

A secretária de Saúde, Flávia Lipke, que não compareceu à Câmara para dar esclarecimentos sobre as questões que impedem o funcionamento das ações de Saúde no município, disse que diversos investimentos na pasta não estavam previstos no orçamento do município. "Esses valores foram repassados pelo Ministério da Saúde para o custeio do município em ações e serviços públicos de média e alta complexidade. Estamos solicitando a abertura de crédito suplementar, uma formalidade dentro orçamento, para garantir o pagamento de fornecedores como Clínica de Diálise, empresa de ressonância, transporte de pacientes, ultrassom para gestação de alto risco (Ecofetal), laboratórios, contratos, UTI móvel, entre outros", enumerou a secretária de Saúde.



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