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GRANATO ALERTA: 'GOVERNO TEM AUTONOMIA PARA REABRIR COMÉRCIO' E APELA PARA 'BOM SENSO DO

Projeto de lei visando flexibilizar as atividades comerciais na cidade deve ser votado na próxima quarta-feira

Foto: Divulgação

O primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores, Washington Granato (Solidariedade), apresentou na sessão da quarta-feira (22/04), um projeto de lei visando à flexibilização das atividades comerciais no município de Volta Redonda. A proposição foi elaborada com base em conversas entre o parlamentar, comerciantes e representantes da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL-VR), Associação Comercial, Industrial e Agropastoril (Aciap-VR), o Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria (Sipacon), entre outras entidades.

- Tentamos articular com os colegas vereadores para que votassem na quarta-feira mesmo essa questão tão urgente. Infelizmente, não tivemos a presença de muitos, principalmente os parlamentares da base que apoia o governo municipal. O objetivo é manter os empregos e evitar demissões, sem colocar em risco a saúde das pessoas - afirmou. Mas mesmo não tendo conseguido votar as questões consideradas por ele como importantes, entre as quais a reabertura do comércio e o cancelamento dos 750 cargos comissionados, criados no ano passado para a extinção da contratação por meio de Recibo de Pagamento Autônomo (RPA), Granato lembra que o prefeito não precisa da Câmara Municipal para reabrir o comércio. "Mas o fato é que o prefeito não precisa que a Câmara faça um projeto de lei sobre isso. Mas, como ele vem se mostrando resistente à ideia, tentamos pressioná-lo, fazendo ecoar a voz da população e dos comerciantes. Muitos estão desesperados com a decisão da Justiça, a pedido do Ministério Público (MP-RJ) sobre proibir o comércio de Barra Mansa a se flexibilizar. A questão lá esbarra na falta de leitos para pacientes com a Covid-19, o que não é problema em nossa cidade. Mesmo assim, cabe recurso", avaliou o vereador, destacando que em Volta Redonda o MP apenas "recomendou" que não fosse aberto. Granato apela para que o prefeito "deixe a política de lado e autorize a reabertura do comércio de forma segura, adotando todas as recomendações dos órgãos competentes, entre eles o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS), e ajude a cidade, além de milhares de trabalhadores, uma vez que cerca de seis mil pessoas já perderam seus empregos, desde o fechamento do comércio. - Reabrir o comércio não é colocar a economia acima da saúde, mas estabelecer um equilíbrio entre essas duas pautas tão importantes, pois se as portas continuarem fechadas, muitas pessoas ainda podem perder os empregos. Resende e Itatiaia também já anunciaram que iriam abrir as portas dos estabelecimentos a partir da sexta-feira (24/04), observando todos os cuidados de higiene e medidas de restrição a fim de evitar aglomerações.

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