top of page

Prefeitura recebe chaves do Hospital Santa Margarida

Nova unidade municipal de saúde deve começar a funcionar em dezembro de 2018; capacidade é de 200 leitos

Fotos: SECOM-PMVR (Gabriel Borges)

O prefeito Elderson da Silva, o Samuca (PODEMOS), recebeu na tarde de hoje (23/02) as chaves do Hospital Santa Margarida e anunciou que a nova unidade médica municipal começará a funcionar até dezembro de 2018. Na primeira etapa, a ideia é que serão abertos os dois primeiros andares e vinculados aos hospitais São João Batista e o municipal Munir Rafful (Retiro).

Em dezembro de 2017, a prefeitura arrematou num leilão da Justiça o prédio e os seus equipamentos por R$ 6,5 milhões, quitados a vista. O imóvel, de nove andares, estava avaliado em R$ 11 milhões. Samuca lembrou que o custo da nova unidade será administrativo, com a manutenção predial, alimentação e de segurança.

“O custo de saúde será efetuado com remanejamento dos profissionais da rede. Neste primeiro momento, não há aumento no custo da saúde. Será um hospital de porta fechada (não recebendo urgência e emergência) como está ocorrendo no Hospital dos Idosos. O que vai acontecer é a abertura de novas vagas nas unidades de emergência e urgência”,ressaltou o prefeito, que continuou:

“O ano de 2018 será marcado por investimento na área da saúde em Volta Redonda, um dos principais pilares do nosso governo. Já inauguramos o Hospital do Idoso que está funcionando a todo vapor e agora o Santa Margarida. É um compromisso que temos com a população da cidade”, destacou.


Santa Margarida tem a capacidade de 200 leitos

A capacidade máxima do hospital é de 200 leitos. Como forma de comparação, o Hospital São João Batista tem atualmente 155 leitos, segundo informou Alfredo Peixoto, secretário municipal de Saúde. No novo hospital municipal, que continuará chamando Santa Margarida, terá o Centro de Imagem com exames de Radiografia, Ultrassonagrafia, Mamografia e Tomografia.

Terá ainda uma unidade coronariana, com dez leitos de cuidados cardíacos e Centro de Especialidades com dez consultórios, além da clínica médica com uma equipe multidisciplinar.“A unidade possui também cozinha hospitalar, lavanderia e central de esterilização de materiais que podem atender toda a rede”, frisou Alfredo Peixoto.


Verba investida na compra fica em Volta Redonda

O advogado Antônio César Boller Pinto, o representante judicial, disse que o valor recebido pela compra da unidade médica foi utilizado exclusivamente para o pagamento das dívidas trabalhistas com os antigos funcionários do hospital.

“Eram 600 funcionários, moradores de Volta Redonda, que receberam os seus direitos trabalhistas. Portanto, o dinheiro pago pela prefeitura ficou na economia da cidade”, disse Boller, que entregou as chaves e os documentos ao prefeito Samuca.


Anúncio Geleias.jpg

Postagens Recentes

® Copyright
bottom of page